frederico nietzsche



sábado, 6 de Agosto de 2005

Dando preferência aos meus mais antigos companheiros de jornada, o nome de Frederico Nietzsche aparece entre os primeiros, com Fialho, com Fritz Khan, com Wanda Wassilewska (o romance «Arco-Íris» sobre a resistência soviética ao invasor nazi), pois todos esses li na minha casa de Ferreira do Alentejo e a ela os meus verdes anos ficaram ligados.
As leituras de Nietzsche eram matéria de rija discussão com o meu amigo Joaquim Lúcio Duro, que também o tinha como autor de cabeceira.
Alguns livros desse tempo foram-se perdendo, mas outros persistem tão vibrantes como então. É o caso de Nietzsche, um caso obsessivo que nunca deixou de me emocionar mesmo nas traduções «gauche» da Guimarães ou talvez por isso. E pelos prefácios de José Marinho e Álvaro Ribeiro que, tenho a certeza, viciaram muita gente no solitário de Engandine.
Se tivesse que eleger 3 títulos entre os que ainda guardo na minha biblioteca do Gato, seriam, talvez, A Origem da Tragédia, as cartas inéditas e , claro, o Ecce Homo.

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