romulo de carvalho





Meira da Cunha, meu ex-colega jornalista d'A Capital, deixou-me algumas dicas que vou aproveitar para continuar este diário de hóspede no hispavista.
Lembrou-me um nome que nunca esqueço e que mais uma vez tive a alegria de relembrar: Rómulo de Carvalho, que nunca esqueço e que faz parte da minha vida, não só os poemas de António Gedeão mas os livros que conservo como verdadeiras preciosidades sobre «ciência alquímica» e «embalsamamento egípcio».
O Meira da Cunha deixou-me outras dicas que devo sublinhar:
1. Um nome para mim desconhecido: Ken Wilbert, autor de «Breve História de Tudo»
2. Um seu grande amigo belga, octogenário, Max Wintzinze, que já veio a Lisboa fazer uma conferência no Grémio Literário em que falou de Etienne Guillé e da radiestesia.
3. O Fedro, de Platão, falaria das nove almas!...Vou já averiguar e colocar Platão (o que dele me resta) nesta lista de livros da minha vida

Aos 72 anos quero rememorar antigas leituras e não andar à descoberta de novas. Mas também não quero fechar-me a novas sugestões, quando elas vierem de alguém que me merece estima e consideração.
Prometo inserir o Ken Wilbert - que o Meira vivamente me aconselhou - na minha lista de espera.

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